terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Lingua "protuguesa" - Evolução
Usar o mais possível. É só dar vontade e podemos sempre soltar um 'prontus'! Fica sempre bem.
Númaro
Também com a vertente 'númbaro'. Já está na Assembleia da República uma proposta de lei para se deixar de utilizar a palavra NÚMERO, a qual está em claro desuso. Por mim, acho um bom númaro!
Pitaxio
Aperitivo da classe do 'mindoím'.
Aspergic
Medicamento português que mistura Aspegic com Aspirina
Alevantar
O acto de levantar com convicção, com o ar de 'a mim ninguém me come por parvo!... alevantei-me e fui-me embora!'.
Amandar
O acto de atirar com força: 'O guarda-redes amandou a bola para bem longe'
Assentar
O acto de sentar, só que com muita força, como fosse um tijolo a cair no cimento.
Capom
Tampa de motor de carros que quando se fecha faz POM!
Destrocar
Trocar várias vezes a mesma nota até ficarmos com a mesma.
Disvorciada
Mulher que se diz por aí que se vai divorciar.
É assim...
Talvez a maior evolução da língua portuguesa. Termo que não quer dizer nada e não serve para nada. Deve ser colocado no início de qualquer frase. Muito utilizado por jornalistas e intelectuais.
Entropeçar
Tropeçar duas vezes seguidas.
Êros
Moeda alternativa ao Euro, adoptada por alguns portugueses.
Falastes, dissestes...
Articulação na 4ª pessoa do singular. Ex.: eu falei, tu falaste, ele falou, TU FALASTES...
Fracturação
O resultado da soma do consumo de clientes em qualquer casa comercial. Casa que não fractura... não predura.
Há-des
Verbo 'haver' na 2ª pessoa do singular: 'Eu hei-de cá vir um dia; tu há-des cá vir um dia...'
Inclusiver
Forma de expressar que percebemos de um assunto. E digo mais: eu inclusiver acho esta palavra muita gira. Também existe a variante 'Inclusivel'.
Mô
A forma mais prática de articular a palavra MEU e dar um ar afro à língua portuguesa, como 'bué' ou 'maning'. Ex.: Atão mô, tudo bem?
Nha
Assim como Mô, é a forma mais prática de articular a palavra MINHA. Para quê perder tempo, não é? Fica sempre bem dizer 'Nha Mãe' e é uma poupança extraordinária.
Parteleira
Local ideal para guardar os livros de Protuguês do tempo da escola.
Perssunal
O contrário de amador. Muito utilizado por jogadores de futebol. Ex.: 'Sou perssunal de futebol'. Dica: deve ser articulada de forma rápida.
Prutugal
País ao lado da Espanha. Não é a Francia.
Quaise
Também é uma palavra muito apreciada pelos nossos pseudo-intelectuais... Ainda não percebi muito bem o quer dizer, mas o problema deve ser meu.
Stander
Local de venda. A forma mais famosa é, sem dúvida, o 'stander' de automóveis. O 'stander' é um dos grandes clássicos do 'português da cromagem'...
Tipo
Juntamente com o 'É assim', faz parte das grandes evoluções da língua portuguesa. Também sem querer dizer nada, e não servindo para nada, pode ser usado quando se quiser, porque nunca está errado, nem certo. É assim... tipo, tás a ver?
Treuze
Palavras para quê? Todos nós conhecemos o númaro treuze.
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Fonte: Pravda.ru
"Foram tomadas medidas draconianas esta semana em Portugal, pelo Governo liberal de José Sócrates. Mais um caso de um outro governo de centro-direita pedindo ao povo Português a fazer sacrifícios, um apelo repetido vezes sem fim a esta nação trabalhadora, sofredora, historicamente deslizando cada vez mais no atoleiro da miséria.
E não é por eles serem portugueses. Vá o leitor ao Luxemburgo, que lidera todos os indicadores socioeconómicos, e vai descobrir que doze por cento da população é portuguesa, oriunda de um povo que construiu um império que se estendia por quatro continentes e que controlava o litoral desde Ceuta, na costa atlântica, tornando a costa africana até ao Cabo da Boa Esperança, a costa oriental da África, no Oceano Índico, o Mar Arábico, o Golfo da Pérsia, a costa ocidental da Índia e Sri Lanka. E foi o primeiro povo europeu a chegar ao Japão....e à Austrália.
Esta semana, o Primeiro Ministro José Sócrates lançou uma nova onda dos seus pacotes de austeridade, corte de salários e aumento do IVA, mais medidas cosméticas tomadas num clima de política de laboratório por académicos arrogantes e altivos desprovidos de qualquer contacto com o mundo real, um esteio na classe política elitista Português no Partido Social Democrata (PSD) e Partido Socialista (PS), gangorras de má gestão política que têm assolado o país desde anos 80.
O objectivo? Para reduzir o défice. Porquê?
Porque a União Europeia assim o diz. Mas é só a UE?
Não, não é. O maravilhoso sistema em que a União Europeia se deixou sugar, é aquele em que as agências de Ratings, Fitch, Moody's e Standard and Poor's, baseadas nos Estados Unidos da América (onde havia de ser?) virtual e fisicamente, controlam as políticas fiscais, económicas e sociais dos Estados-Membros da União Europeia através da atribuição das notações de crédito.
Com amigos como estes organismos e ainda Bruxelas, quem precisa de inimigos?
Sejamos honestos. A União Europeia é o resultado de um pacto forjado por uma França tremente e apavorada com a Alemanha depois das suas tropas invadiram o seu território três vezes em setenta anos, tomando Paris com facilidade, não só uma vez mas duas vezes, e por uma astuta Alemanha ansiosa para se reinventar após os anos de pesadelo de Hitler. A França tem a agricultura, a Alemanha ficou com os mercados para a sua indústria.
E Portugal? Olhem para as marcas de automóveis novos conduzidos pelos motoristas particulares para transportar exércitos de "assessores" (estes parecem ser imunes a cortes de gastos) e adivinhem de que país eles vêm? Não, eles não são Peugeot e Citroen ou Renault. Eles são os Mercedes e BMWs. Topo-de-gama, é claro.
Os sucessivos governos formados pelos dois principais partidos, PSD (Partido Social Democrata da direita) e PS (Socialista, do centro), têm sistematicamente jogado os interesses de Portugal e dos portugueses pelo esgoto abaixo, destruindo a sua agricultura (agricultores portugueses são pagos para não produzir!!) e a sua indústria (desapareceu!!) e sua pesca (arrastões espanhóis em águas lusas!!), a troco de quê?
O quê é que as contra-partidas renderam, a não ser a aniquilação total de qualquer possibilidade de criar emprego e riqueza numa base sustentável?
Aníbal Cavaco Silva, agora Presidente, mas primeiro-ministro durante uma década, entre 1985 e 1995, anos em que despejaram biliões de euros através das suas mãos a partir dos fundos estruturais e do desenvolvimento da UE, é um excelente exemplo de um dos melhores políticos de Portugal. Eleito fundamentalmente porque é considerado "sério" e "honesto" (em terra de cegos, quem vê é rei), como se isso fosse um motivo para eleger um líder (que só em Portugal, é!!) e como se a maioria dos restantes políticos (PSD/PS) fossem um bando de sanguessugas e parasitas inúteis (que são), ele é o pai do défice público em Portugal e o campeão de gastos públicos.
A sua "política de betão" foi bem idealizada mas, como sempre, mal planeada, o resultado de uma inapta, descoordenada e, às vezes inexistente no modelo governativo do departamento do Ordenamento do Território, vergado, como habitualmente, a interesses investidos que sugam o país e seu povo.
Uma grande parte dos fundos da UE foram canalizadas para a construção de pontes e auto-estradas para abrir o país a Lisboa, facilitando o transporte interno e fomentando a construção de parques industriais nas cidades do interior para atrair a grande parte da população que assentava no litoral.
O resultado concreto, foi que as pessoas agora tinham os meios para fugirem do interior e chegar ao litoral ainda mais rápido. Os parques industriais nunca ficaram repletos e as indústrias que foram criadas, em muitos casos já fecharam.
Uma grande percentagem do dinheiro dos contribuintes da UE vaporizou-se em empresas e esquemas fantasmas. Foram comprados Ferraris. Foram encomendados Lamborghini, Maserati. Foram organizadas caçadas de javalí em Espanha. Foram remodeladas casas particulares. O Governo e Aníbal Silva ficaram a observar, no seu primeiro mandato, enquanto o dinheiro foi desperdiçado. No seu segundo mandato, Aníbal Silva ficou a observar os membros do seu governo a perderem o controle e a participarem.
Então, ele tentou desesperadamente distanciar-se do seu próprio partido político.
E ele é um dos melhores?
Depois de Aníbal Silva veio o bem-intencionado e humanista, António Guterres (PS), um excelente Alto Comissário para os Refugiados e um candidato perfeito para Secretário-Geral da ONU, mas um buraco negro em termos de (má) gestão financeira. Ele foi seguido pelo excelente diplomata, mas abominável primeiro-ministro José Barroso (PSD) (agora Presidente da Comissão da EU, "Eu vou ser primeiro-ministro, só que não sei quando") que criou mais problemas com o seu discurso do que com os que resolveu, passou a batata quente para Pedro Lopes (PSD), que não tinha qualquer hipótese ou capacidade para governar e não viu a armadilha. Resultando em dois mandatos de José Sócrates, um ex-Ministro do Ambiente competente, que até formou um bom governo de maioria e tentou corajosamente corrigir erros anteriores. Mas foi rapidamente asfixiado pelos interesses instalados.
Agora, as medidas de austeridade apresentadas por este primeiro-ministro, são o resultado da sua própria inépcia para enfrentar esses interesses, no período que antecedeu a última crise mundial do capitalismo (aquela em que os líderes financeiros do mundo foram buscar três triliões de dólares (???) de um dia para o outro para salvar uma mão cheia de banqueiros irresponsáveis, enquanto nada foi produzido para pagar pensões dignas, programas de saúde ou projetos de educação).
E, assim como seus antecessores, José Sócrates, agora com minoria, demonstra falta de inteligência emocional, permitindo que os seus ministros pratiquem e implementem políticas de laboratório, que obviamente serão contra-producentes.
O Pravda.Ru entrevistou 100 funcionários, cujos salários vão ser reduzidos. Aqui estão os resultados:
Eles vão cortar o meu salário em 5%, por isso vou trabalhar menos (94%).
Eles vão cortar o meu salário em 5%, por isso vou fazer o meu melhor para me aposentar cedo, mudar de emprego ou abandonar o país (5%).
Concordo com o sacrifício (1%)
Um por cento! Quanto ao aumento dos impostos, a reação imediata será que a economia encolhe ainda mais enquanto as pessoas começam a fazer reduções simbólicas, que multiplicado pela população de Portugal, 10 milhões, afetará a criação de postos de trabalho, implicando a obrigatoriedade do Estado a intervir e evidentemente enviará a economia para uma segunda (e no caso de Portugal, contínua) recessão.
Não é preciso ser cientista de física quântica para perceber isso. O idiota e avançado mental que sonhou com esses esquemas, tem os resultados num pedaço de papel, onde eles vão ficar!!
É verdade, as medidas são um sinal claro para as agências de rating, que o Governo de Portugal está disposto a tomar medidas fortes, mas à custa, como sempre, do povo português.
Quanto ao futuro, as pesquisas de opinião providenciam uma previsão de um retorno do Governo de Portugal ao PSD, enquanto os partidos de esquerda (Bloco de Esquerda e Partido Comunista Português) não conseguem convencer o eleitorado com as suas ideias e propostas.
Só em Portugal, a classe elitista dos políticos PSD/PS seria capaz de punir o povo por se atrever a ser independente. Essa classe, enviou os interesses de Portugal para o ralo, pediu sacrifícios ao longo de décadas, não produziu nada e continuou a massacrar o povo com mais castigos.
Esses traidores estão a levar cada vez mais portugueses a questionarem se não deveriam ter sido assimilados há séculos pela Espanha.
Que convidativo, o ditado português "Quem não está bem, que se mude". Certo, bem longe de Portugal, como todos os que podem estão a fazer. Bons estudantes a jorrarem pelas fronteiras fora. Que comentário lamentável para um país maravilhoso, um povo fantástico e uma classe política abominável."
Timothy Bancroft-Hinchey
Pravda.Ru
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Estado Social
Mas vamos ver, o Estado Social que agora temos é quase insuportável, temos demasiadas prestações e dadas a demasiada gente, e nesta altura de crise estão demasiado abrangentes e solidárias, vejam lá que convidam, estes subsídios, a não trabalhar.
Hoje em dia dão-se subsídios para toda a gente, mesmo aqueles que não queiram trabalhar e subsídios que como é claro não são taxados. Os Subsídios estão quase ao nível de um ordenado que a partir dos 570€ serão taxados, e pagam Saúde e tudo o resto.
Agora os subsídios estão a convidar a não trabalhar aqueles a quem não compensa trabalhar, pois pagam tudo o que os subsidiados não pagam. Ou seja além de um grande peso económico contribuem para a desmoralização das pessoas que trabalham.
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Orçamento do Estado - Parte II
Em Austeridade falamos, em crise em grandes dividas e cortes, vejamos o que eles reduziram:
Diário da República nº 28 – I série- datado de 10 de Fevereiro de 2010 – RESOLUÇÃO da Assembleia da República nº 11/2010
Vamos ler Algumas rubricas do orçamento da Assembleia da Republica
1 – Vencimento de Deputados ………………..........………12 milhões 349 mil Euros
2 – Ajudas de Custo de Deputados……………..........………2 milhões 724 mil Euros
3 – Transportes de Deputados …………………............……3 milhões 869 mil Euros
4 – Deslocações e Estadas ……………………..............……2 milhões 363 mil Euros
5 – Assistência Técnica (??) ……………………................…2 milhões 948 mil Euros
6 – Outros Trabalhos Especializados (??) …...........…...….…3 milhões 593 mil Euros
7 – RESTAURANTE,REFEITÓRIO,CAFETARIA………..............…..961 mil Euros
8 – Subvenções aos Grupos Parlamentares………........................……..970 mil Euros
9 – Equipamento de Informática ………………....….........….2 milhões 110 mil Euros
10- Outros Investimentos (??) …………….......……........…..2 milhões 420 mil Euros
11- Edificios ……………………………….......................……2 milhões 686 mil Euros
12- Transfer’s (??) Diversos (??)……………...............…….13 milhões 506 mil Euros
13- SUBVENÇÃO aos PARTIDOS na A. R. ……….......…16 milhões 977 mil Euros
14- SUBVENÇÕES CAMPANHAS ELEITORAIS ….........73 milhões 798 mil Euros
Em resumo e NO TOTAL a DESPESA ORÇAMENTADA para o ANO de 2010, é :€ 191 405 356,61 (191 Milhões 405 mil 356 Euros e 61 cêntimos) – Ver Folha 372 do acima identificado Diário da República nº 28 – 1ª Série -, de 10 de Fevereiro de 2010
Estou perplexo.
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Orçamento do Estado para 2011
Este Orçamento de estado parece um cardápio de impostos.
Vamos analisar um facto resultante do PEC II. Este conseguiu uma subida da receita do Estado de 4,15% ou seja teve resultados positivos mas, e como este governo não dá ponto sem cruz, as despesas publicas aumentaram 5,5%... vejamos então se isto é um resultado positivo? 4,15 - 5,5 = - 1,35(1)
Quando já estávamos em contenção com o cinto apertado, depois de dois PEC II o estado aumentou a despesa!
A despesa subiu 5,5% ou seja, tiram-nos para gastarem eles em mais alguma coisa que não tinham antes de nos tirarem, isto é um quanto mais tem mais rapidamente ganha. Arranjam sempre mais formas de gastar dinheiro. Estamos portanto a desbaratar o aumento de impostos, isto é um abuso, e aos Portugueses ninguém lhe diz isso.
O Ministro das Finanças disse em publico, em conferência de imprensa, que a despesa da Saúde está completamente descontrolado, e as Estradas de Portugal, adivinhe-se, tem as despesas descontroladas. Mais deste governo não seria de esperar. Enunciou dois casos, será que não há mais?
Dizem que vão fazer parcerias publico-privadas em 50 empresas/institutos públicos. Quer dizer vão deixar ainda os trabalhadores nessas empresas a receber do estado, outros vão reformar-se ou seja vão ficar a receber da Caixa Geral de Depósitos, mesma coisa que Estado, outros serão despedidos com indemnizações e muito possivelmente acabaram de novo contratados. Já agora 50? não acho que este numero é um número muito redondo, dá aso a que seja uma reunião com o secretário de estado "ah já agora 50" pelo menos 52 ou 53 para disfarçar... o que é necessário apresentar aos Portugueses é uma grande Lista. Tal como nos Restaurantes pedimos o 18º prato - "não há hoje".
Antes que me esqueça de falar do atraso na entrega do Orçamento, um Alemão que olhe para estes prazos e como a forma que eles são cumpridos, parece ele que está no Zimbabué. Este atraso é uma coisa inadmissível.
Temos de Reduzir as prestações sociais, cresceram entre 2000 e 2008, 10% ao Ano, quando a economia cresceu 4!
Este é que é um grande problema desta economia.
neste Estado Social onde as Prestações Sociais cresceram do PIB 6%, quando os impostos cresceram 2.4 houve então um défice de quase 4%. Não se vê isto? Ninguém Fala disso? Até um barbeiro a cortar o cabelo via que isto ia dar buraco.
O Taxar dos Ordenados acima dos 570€, é convidar a que as pessoas não trabalhar, porque depois vão aos Hospitais pagam, põe os filhos na Escola pagam, pagam tudo, para que não viver dos subsídios, receber uma casa sem pagar para isso, não pagar renda também. Isto gera uma desmoralização uma equiparação entre pessoas que não trabalham e que trabalham e recebem pouco mais de 570€ a nível económico que deixará algumas pessoas a pensar porque trabalhar se esses que não trabalham o estado oferece o Hospital e a Escola de borla. Assim é melhor viver dos subsídios, isto é ridículo.
Um politico corajoso e destemido, é bom a não ser como estes que aqui andam que andam a ser corajosos e destemidos nos motivos errados ou seja, só fazem pior que o que estava. Confúcio dizia que ir longe de mais era a mesma coisa de nada fazer.
Estamos neste País com este OE, bater em quem produz Riqueza.
P.S. A subida de impostos não vai ter o retorno que o governo quer. Estamos já no Ponto que Laffer disse que aumentar não ia gerar mais receitas, porque as pessoas não vão poder pagar. (2)
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(1) - Dados obtidos através da implícita interpretação do novo OE pelo Professor João Cantiga Esteves - Professor de Finanças do ISEG-Instituto Superior de Economia e Gestão
(2) Curva de Laffer, tenham uma noção apesar de não me fiar muito na Wikipédia.
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Introdução - Estado do Ensino
Irei abordar os temas da indisciplina do facilitismo e por último um capítulo com considerações gerais.
Assim espero que com a leitura de todos os capítulos possamos chegar a uma conclusão, que apesar de estarem materialmente separados são claramente indissociáveis.
Parte I - A Indisciplina
Já não é de agora, mas a indisciplinas das escolas deve-se em geral a um conjunto de políticas educacionais e politicas vindas de quem pensa que a educação é um processo no qual sem que se incuta responsabilidade e métodos de trabalho aos alunos, estes o vão aprender por si. Ou seja, vamos passando os alunos, mesmo os irresponsáveis sem método de estudo, sem saberem nada, pois eles vão aprender isso tudo por si só, tenho uma palavra para descrever utopia.
Vejamos o tamanho do problema e as suas implicações. Temos um aluno indisciplinado numa turma que constantemente importuna as aulas e desrespeita as normas de bom funcionamento das aulas. O que pode um professor fazer a esse aluno?
- Coloca-lo fora da aula é a resposta mais óbvia, isto se o aluno não souber que o professor não lhe pode tocar para o levar para fora da sala, ou até o auxiliar da acção educativa, assim sendo o aluno só sai porque quer. A não ser que o professor o agarre e o leve até fora da sala, porém essa atitude tem graves consequências, os Pais desse aluno vão dizer “ Não tem o direito de tocar no miúdo” ou seja, o professor tem contra si já uma grande panóplia de graves consequências, até talvez uma denúncia no tribunal, tudo isto porque um aluno está constantemente a importunar as aulas, onde a culpa não é sua.
O que o aluno anda aqui a fazer é o seguinte, não deixa que os outros colegas aprendam, não deixa que as aulas prossigam e que o dinheiro publico que é pago para que essas mesmas aulas não se dêem. Se for um caso isolado não é muito, mas se pensarmos nos casos que foram filmados e postos no “youtube” e outros que vieram também aos meios de comunicação social, chegamos à conclusão de que não é assim tanto. Daria muito provavelmente o tempo desperdiçado e o dinheiro também para pagar a um professor durante um ano.
Poderão no entanto dizer que os alunos suspensos não são muitos. Tenho resposta para isso também, no fim dos anos 90 e inicio dos anos 2000, os professores por cada participação disciplinar tinham de preencher 15 impressos e ouvir o Aluno incumpridor, os Encarregados de Educação, os professores envolvidos e os auxiliares envolvidos, e depois tomar a decisão, ora já não basta-se a burocracia desse tempo, entretanto diminuída ligeiramente, junta-se também o facto de as pessoas que gerem a escola, terem a sua avaliação dependente, também, do grau de disciplina – que diga-se os alunos tendo em conta os novos métodos de ensino iram aprender também por si o que a disciplina será – assim sendo os próprios directores da escolas ignoram as participações e os maus comportamentos, porque depois de suspenso o aluno a escola tem mais uma coisa para relatar ao ministério e isso não é bem visto, veja-se o exemplo que eu conheci pessoalmente o aluno após 35 (trinta e cinco) participações não havia sido suspenso.
Umas contas em jeito de conclusão: 35 participações equivale a 35 aulas interrompidas, onde o professor perde tempo, os alunos concentração e eventualmente no fim da saída continuaria a falar-se daquele facto, essas 35 aulas interrompidas se fossem todas de uma disciplina que tenha apenas 2 aulas por semana, dá qualquer coisa como 17 semanas aulas interrompidas, se cada mês tem 4 semanas mais ou menos, daria qualquer coisa como 4 meses dessa disciplina interrompida, ou seja daria muito provavelmente que os actos de indisciplina durassem mais de 4 meses se fosse só numa disciplina.
Como um simples acto de indisciplina faz com que se perca um tempo imenso, se cada interrupção tivesse o tempo médio de 5 minutos até à saída, desde a primeira desordem, veja-se 35 vezes multiplicado por 5 minutos cada, dá 175 minutos de aulas perdidos, dividindo 175 por 60 minutos dá quase 3 horas de aulas perdidas ou seja, paga-se a um professor durante 3 horas para que esse professor não faça nada se não aturar um aluno indisciplinado, e os seus colegas a perderem 3 horas de matéria.
Parte II - O Facilitismo
Quero agora dar ênfase a este pensamento sobre o facilitismo. O estatuto do aluno que veio introduzir as provas de recuperação veio para introduzir mais uma maneira de os alunos não chumbarem, pois esta forma pode contornar o aluno faltar indeterminadamente, basta que para isso passe as ditas provas, provas essas que por vezes têm de ser feitas fora dos horários dos professores que não são obviamente pagos para isso. Estas provas chegam-nos para que possamos enviar melhores números para Bruxelas a dizer que em Portugal o abandono escolar é baixíssimo quando na realidade, essa é violenta e teremos por volta de uns 15% de abandono escolar. Porque Portugal conseguiu com sucesso baixar o índice de abandono escolar e está agora a conseguir a qualificação com os cursos novas oportunidades, cursos esses que vamos abordar.
Tecnicamente já conseguimos ver que durante o ano enquanto os alunos e professores andam a fazer provas de recuperação, os primeiros não abandonaram a escola estão em recuperação (mesmo que estes já estejam a trabalhar, o que, diga-se de passagem, hoje em dia é difícil visto não haver trabalho, ou estejam simplesmente em casa a dormir). Ou seja para se não registar, não se assume cultura responsável e realista.
Sabemos já para que servem as provas de recuperação, passemos agora para outro aspecto. O programa das novas oportunidades, esse grande programa para a qualificação de pessoas que falharam as provas de recuperação e não se deram no trabalho, ou para alunos que não conseguem fazer o ensino obrigatório da forma regular, o consigam de uma forma mais facilitada. Não ponho em causa aqui as pessoas que com mais idade tentam obter uma escolaridade maior, mas essas também têm o ensino nocturno, escusam de entrar para um curso que serve para passar mais e mais gente.
Os cursos das novas oportunidades são mais uma forma de manter nas escolas mais pessoas que não conseguem passar de outra forma, facilitando ainda mais o ensino, veja-se daqui por pouco tempo já não se aprende nada na escola, apenas se passa indiscriminadamente as pessoas quer elas saibam ou não conceitos básicos, como o primeiro Rei de Portugal, ou o que é inodoro, ou incolor, acreditem há gente que está a tirar o 12º ano num curso destes sem saber isto. Não quero generalizar dizendo que todas as pessoas são assim, mas por favor se ele lá está o que difere uma pessoa que não sabe como escrever correctamente e não percebe o que lê a tirar o 12º ano de escolaridade?
Porque tecnicamente eles têm o 12º e os que tiraram no ensino regular também. Digam-me se isto não é mais uma maneira de mostrar números, já mostraram que as pessoas raramente desistem em Portugal, agora mostram que todas tiram o 12º ano, tomara…
Agora vamos à última coisa que acho que vai mal neste ensino “facilitista”, a quase ausência de exames que contem para a nota de forma relevante. Ou o facto de os alunos chegarem ao 9º ano sem exames nacionais que contem para a nota e quando os têm, são apenas a duas disciplinas, desculpem-me eles têm mais de 10 disciplinas e só dois exames? Ao fim de 9 anos?
Como é que podem avaliar o estado do ensino quando avaliam os alunos e em provas que nem contam de forma relevante, 30 por cento, para a nota?
É preciso mais exames, e exames a mais disciplinas e a contarem mais para as notas, ou seja é necessário fazer exames de forma mais frequente por exemplo no fim de cada ciclo, 4º,6º 9º 11º/12º e a mais disciplinas que as que agora se fazem, português e matemática, com excepção óbvia do 11º/ 12º ano. Deveriam também os exames contar de forma mais significativa na nota dos alunos para eles saberem que existem momentos na vida que só nos é dada aquela oportunidade, que as segundas oportunidades na vida são raríssimas, e eles nem precisam de usar a primeira podem chumbar que de qualquer das maneiras aquilo mal influenciam.
Em jeito de conclusão, não se esqueçam de que se o professor baixa 3 valores na nota de um período para o outro tem que se justificar, veja-se também que o Ministério não gosta muito que se baixem notas.
Parte III - Considerações Gerais
O Sindicato dos Professores quer acabar com os exames de entrada para o professorado, digam-me se isto é normal os já produtos do ensino facilitado e do deixa andar querem dar aulas sem serem pré-seleccionados, servindo essa selecção para escolher os melhores aqueles que estão mais capazes de darem aulas e melhor ensinarem neste ensino.
O facto de este ensino estar a enganar as pessoas que realmente querem aprender e estudar, pois quando chegarem à universidade ou ao trabalho, e virem o que é disciplina e exigência, iram ter o primeiro choque ao invés do paulatino introduzir disso nas suas vidas que era também um dos objectivos das escolas incutir disciplina e exigência, para que os alunos ficassem mais exigentes consigo próprios e disciplinados.
Alerto ainda para o facto de na demência intelectual das pessoas que se congratulam de haver um sistema escolar das 8 às 18 horas, isso é só um reflexo da sociedade atrasada que vivemos neste País onde os pais não têm tempo para ajudar os filhos na escola, não têm tempo para estar com eles, pois eles estão horas a fio numa escola a “estudar”. Veja-se o ensino dos países Nórdicos que as escolas públicas estão todas fechadas antes das três horas da tarde, e não se desculpem com o ciclo Solar.
Este tema ainda me fará escrever de novo, mas por agora acho pertinente falar apenas disto e não avançar mais.
domingo, 10 de outubro de 2010
Teremos realmente voto livre?
Nesta época dita como, a época da liberdade e da democracia, veja-se que como já nasci nesta época não entendo, vivencialmente, o que é uma ditadura, mas estudei e mais, dizem que na Ditadura não existe liberdade de voto, pois só existe um partido para votar e quando existem mais, as eleições são viciadas. Que não existe liberdade de imprensa, nem as pessoas têm “voto” na matéria politica, entre outras diferenças que se podem encontrar entre a democracia e a ditadura, estas pelo menos não existem, ou deveriam existir, numa democracia, que se caracteriza como um “governo por muitos”.
Mas ainda assim, nesta democracia eu consigo encontrar Ditadura, escândalos onde os políticos querem controlar e alegadamente – digo isto porque nada ficou provado – têm planos para tal, e em alguns casos conseguem-no mesmo, lembro-me agora, assim de repente, de uma declaração de um político ao telefonar para um jornal, em que o assunto, subentendido, era a possível publicação de uma notícia tal que iria prejudicar a sua imagem política e adivinhe-se como vivemos numa democracia, esta foi publicada. Engane-se se assim o quiser pois as palavras foram bem dirigidas e a noticia, essa não saiu, dizem “Olha que eu sou muito amigo dos teus investidores, não queiras que vá falar com eles” e assim fica uma noticia, democrática, democraticamente na gaveta, sem pressões nem ameaças, um jornal deixa de ter interesse numa noticia de primeira pagina. Viva a Democracia, viva a liberdade de expressão.
Troquemos então de assunto democrático…
Desde que acabou oficialmente a ditadura poucos partidos estiveram o governo, PSD e PS, na grande maioria dos mandatos, como fazem eles para após 30 anos serem ainda os mais votados e em todas as câmaras onde estão têm assento assim o conseguir manter, mesmo com gestões Ruinosas, e sem avanço nenhum quer em infra-estruturas quer em termos sociais. Será que as pessoas insatisfeitas não votam noutros que não naqueles que os deixam, constantemente, insatisfeitos? – Eu acho que não, pois como na Democracia não se falsificam contagens de votos. Faz-se de outra maneira, condiciona-se o voto “ pior que a censura feita pelos outros, contra a qual nos revoltamos, é a censura que nós nos impomos”. Como conseguiremos condicionar o voto de tal forma que votem em nós para mais um mandato? Joga-se com o aspecto social e económico e emocional das famílias. Sabemos que existe a nível nacional a falta de emprego, sabemos que existem famílias com grandes dificuldades económicas, vamos contratar pessoas com uma casa para sustentar, filhos para dar de comer, e contas para pagar, sob pena de se acabar a água para beber a luz para de noite se iluminarem e a comida no prato para comerem.
Compram-se votos, condicionam-se as pessoas a votarem X ou Y, contratam-se as pessoas que estão à primeira carenciadas, dá-se um contrato por um ano – coincidência calhar sempre a renovação do mesmo no próximo mandato – pois assim as pessoas, para continuarem a viver, votam nesse mesmo partido que está na câmara e que os contratou, agora veja-se isso a uma escala real, onde numa comunidade de 4000 ou 5000 pessoas são empregadas 400 ou 500 pessoas. Onde mais de metade dessas pessoas é funcionário público, e a grande maioria não é efectivo, ou seja depende dos que lá estão para, de uma forma ou outra, ver o seu contracto ser continuado ao invés do medo que muitas vezes circula, de os verem resolvidos. Veja-se então o tamanho da coisa. Contratamos mais gente para que se juntem aos que já dependem do “partido” da câmara para que os seus contractos continuem, assim sendo o rol de auto-condicionados é maior, para que eles tenham ainda mais temor, junte-se a mítica frase “ Olha que não sei se o próximo executivo, se for do partido oposto, te vai querer aqui…” junte-se à já magra maleabilidade económica que as pessoas têm, para que sequer possam ver como as pessoas ficam condicionadas para correr o risco de se verem, mais uma vez, no desemprego com as contas a acumularem-se.
Uma democracia, diz-se “governo por muito”, mas diga-mos eu não governo, assim como a maioria do povo não o faz, e que nesta crise económica avassaladora, consegue ver e sentir o Governo cada vez mais a aumentar a carga fiscal, a diminuir mais os salários dos funcionários públicos, que diga-se não são poucos, e a congelar as pensões dos reformados, ainda mais reduzindo comparticipações nos medicamentos, e aumentando as taxas hospitalares. São as primeiras coisas que uma Democracia diria para se fazer. Numa democracia os muitos não teria a ideia de reduzir os muitos carros… para que servem 6 carros para um ministro e 3 motoristas, é para conduzirem todos ao mesmo tempo e o ministro em qual carro vai, pois, para quê reduzir os gastos desnecessários, para que pagar casas luxuosas, com mais de 5 quartos para um só ministro dormir… não há necessidade nenhuma de reduzir esses gastos.
Será Democracia?
Não acredito de maneira nenhuma neste tipo de democracia que levamos. Pois nem acho que isto seja uma democracia, nem mesmo uma democracia mista, pois para isso teria que ser maioritariamente uma democracia.
Vejamos então. Votamos duas vezes, Para eleger os Deputados para a Assembleia da Republica (AR), votando nos partidos políticos, votamos ainda para o Presidente da Republica (PR).
Para a AR nem sabemos muito bem em quem votamos, votamos num partido que, esse sim, sabe quem são os deputados que iram para lá. Votamos portanto num partido que decide por nós quem para lá vai, apesar de as listas estarem feitas antes da votação, que podemos fazer para evitar uma pessoa que achamos má para esse cargo se ele tiver na lista de mais uns quantos que gostamos, não votamos na lista que de entre todas mais nos agrada, não acho razoável essa atitude.
A única eleição directa que nos temos é para o PR, e esse, poucos poderes tem, quase como a rainha de Inglaterra, até desautorizado no seu veto este pode ser, como vemos pouco poder tem este cargo, apesar de ser o mais Importante do País.
Analisemos agora, dos órgão políticos quanto ao Numero das pessoas que exercem o cargo, que falámos, Presidente da Republica este é um cargo unipessoal, ou seja em termos de regime uma Monarquia. Vimos antes do PR, a Assembleia da Republica que tem apenas (e para mim muitos) 230 deputados, assim sendo a nossa Democracia exercida a partir do Voto, no partido que tinha uma lista que apresentava um programa, ao qual fez uma propaganda demagoga, e assim vão por via democrática 230 Indivíduos mais o governo tomar decisões em que nós não temos poder para intervir.
Assim temos Democracia, duas vezes mas apenas nas eleições. Não votamos, salvo raras excepções, interferência na feitura das leis que nos regem, quem o tem são aqueles 230 deputados que são pagos a peso de ouro, e vivem vidas luxuosas pagas com o dinheiro dos contribuintes, de certo que não quero que o meu dinheiro vá para pagar vida luxuosas aos políticos, muitas das vezes incompetentes, mas sim que esse dinheiro venha para fazer Hospitais e Escolas, ou melhores Estradas.
Mas desde que os lá pusemos nada podemos fazer, vivemos portanto uma aparência de democracia porque votamos, mas não temos nenhuma ferramenta suficiente eficaz para que possamos intervir, como seria de esperar na democracia, na vida política.
De que nos serviu a democracia, nomear um presidente sem poder, que por ter sido directamente eleito podemos efectivamente exercer pressão sobre ele, mas ele nada pode fazer. Eleger por percentagem os deputados que não conseguimos controlar deixando-os fazer o que querem.
Vejamos então mais um exemplo onde não entra a democracia, nos tribunais quem escolhe os juízes do supremo é um circulo muito restrito de pessoas, e quem lá fica são apenas os melhores juristas, assim sendo vejamos.
Na Assembleia da republica estão pessoas que nós elegemos indirectamente e as quais não conseguimos controlar.
Para Presidente da Republica, elegemos directamente, pena é o cargo não ter quase poder nenhum, nem vetar as leis pode porque os senhores que não conseguimos controlar podem aprovar a mandar de volta para o PR e ele é obrigado a aprovar.
Nos tribunais, nem pensar em entrar, só um grupo restrito.
Assim, elegemos 1 grupo de pessoas que não sabemos bem quem são, que elege outro grupo restrito que ficam a mandar nos Poderes Legislativo a Assembleia da Republica em divisão com o governo, governo esse que foi escolhido de entre os deputados que não sabemos bem quem são, só que normalmente costumam ser os cabeças de cartaz dos partidos com mais votos, o que não é, legalmente, obrigatório. Temos 2 grupos que não conseguimos controlar, e um PR que não tem poderes quase nenhuns, pode demitir o Governo e dissolver a AR, mas isso era mais do mesmo.
Democracia (governo por muitos) então 2 actos um de 4 em 4 anos e outro de 5 em 5.
Oligarquia (governo por poucos) 2 Grupos Restritos que actuam todo o ano e que governam a seu bom gosto com mais ou menos facilidade.
Monarquia (governo por um) então o único que conseguimos democraticamente e directamente eleger, não tem poderes de governação.
Lógica:
- Elejo um grupo, que não conheço para Governar a seu belo prazer.
- Elejo um presidente que não tem poderes.
- O Grupo eleito faz o que quer e eu não posso intervir, como podem chamar democracia só porque eu voto 2 vez de 4 em 4 anos, para que mude os 230 que brincam aos governantes?
Prefrácio
O ultimo incentivo foi um pequeno empurrão que estava a precisar e posto isto, começo o blog, com um pequeno texto que lhe dá uma introdução.
Vou falar de vários assuntos, mas nenhum deles directamente ligado com a minha vida pessoal, terá um cunho um pouco mais social, politico e incidirá maioritariamente nestes pontos, não ficando com isso vinculado aos mesmos temas.